Brasil termina etapa da Copa do Mundo de ginástica rítmica em 6º lugar na prova mista

- Alexandre Pingo - - 6 de maio de 2019 | - 11:43 - - Home » Esporte - - Sem Comentários

O Brasil encerrou a Copa do Mundo de ginástica rítmica, na cidade espanhola de Guadalajara, em alta. A seleção conseguiu melhorar em relação à qualificação na prova mista (três arcos e dois pares de maças), alcançando 20,700 na final e terminando na sexta colocação. Na final das cinco bolas, o Brasil ficou em oitavo lugar, com a nota 17,600.

Com um time muito renovado e de apenas 17,8 anos de média de idade, a mais nova equipe na história da Seleção conquistou a torcida espanhola. Durante a apresentação na final mista, em várias ocasiões o público aplaudiu os movimentos das brasileiras. A nota 20,700 comprovou o bom desempenho, superando o 20,000 obtido no qualificatório.

Das Américas, só México à frente

Em relação aos adversários das Américas, o Brasil só não conseguiu ficar à frente do México, que obteve a nota final de 22,450, terminando em quinto lugar. Já a equipe dos Estados Unidos ficou em sétimo, com 19,400, bem atrás das brasileiras. No misto, o Brasil competiu com Débora Medrado, Nicole Duarte, Camila Rossi, Morgana Gmach e Vitória Borges.

Mais cedo, a Seleção disputou a final das cinco bolas e não conseguiu repetir a ótima atuação da sexta-feira, quando se qualificou com a nota 20,300. Mesmo sem perder pontos por penalização, as meninas tiraram 17,600 e ficaram na oitava posição. A formação brasileira nesta final foi com Débora Medrado, Nicole Duarte, Camila Rossi, Morgana Gmach e Beatriz Linhares.

Na final de bolas, o título ficou com a Rússia (nota 25,850), enquanto na mista o ouro foi da Bulgária (25,300).

Para a treinadora e Coordenadora das Seleções de Ginástica Rítmica da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), Camila Ferezin, a campanha do Brasil em Guadalajara foi excelente.

– Para uma equipe com tão pouca experiência internacional, foi fundamental nossa participação nestas duas etapas de Copa do Mundo. Mostramos uma enorme evolução de Baku para cá, e isso se refletiu nas notas que tivemos neste final de semana – disse Camila, que também destacou a baixa média de idade da Seleção. – É a mais jovem equipe adulta da ginástica rítmica do Brasil, algumas nem chegaram a disputar um Campeonato Brasileiro adulto. Mas elas deram conta do recado e mostraram que estamos no caminho certo em busca de nossas metas neste ano, que são o Pan-Americano de Lima e a conquista de uma vaga olímpica no Mundial de Baku, no Azerbaijão.

Caminho até a final

No sábado, as brasileiras ficaram em sexto lugar na prova mista (três arcos e dois pares de maça), avançando para a final com a nota 20,000. No caminho até a final, neste domingo, o conjunto brasileiro, formado por Débora Medrado, Nicole Duarte, Camila Rossi, Morgana Gmach e Vitória Borges, mostrou-se mais seguro em sua apresentação não repetiu as falhas cometidas na etapa de Baku (AZE), há uma semana. A boa performance fez o Brasil ficar à frente dos times americano (7º, com 19,800) e mexicano (8º, com 19,050). A Bulgária terminou em primeiro nesta prova, com 26,200. O título do Individual Geral dos Conjuntos foi para a Itália (50,250), com a Bulgária em segundo (49,100) e a Rússia em terceiro (46,950).

Ainda no sábado, o Brasil finalizou sua participação nas competições individuais em Guadalajara. Após as provas de maças e fita, Heloísa Bornal terminou em 35º no Individual Geral, com a nota 54,100, enquanto Mariany Miyamoto acabou em 41º, com 50,350.

Fonte: GE

Enium Soluções Digitais

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