DEPUTADO PEDE MAIS AGILIDADE NA PEC QUE TORNA A VAQUEJADA

- Alexandre Pingo - - 26 de outubro de 2016 | - 8:51 - - Home » Política - - Sem Comentários

O líder do governo Michel Temer na Câmara dos Deputados, André Moura (PSC-SE), se reuniu nesta terça-feira (25) com presidentes e representantes de associações e líderes partidários a favor da vaquejada legal. Pela manhã, em reunião com o presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), o líder pediu agilidade para a PEC que define a prática de rodeios e vaquejadas como expressão artística e cultural e como patrimônio imaterial brasileiro, transformando a atividade em modalidade esportiva.

“Já fizemos um compromisso com o presidente para a agilidade da PEC na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) e na comissão especial destinada à apreciar a proposta. São mais de 700 mil famílias que perderam seu sustento e, se não fizermos nada, engrossarão o número dos mais de 12 milhões de desempregados no país. A vaquejada faz parte da cultura do nosso povo, por isso, faremos todo o esforço necessário para que a prática volte a ser legal e a economia do Nordeste seja retomada”, defendeu André Moura.

Bem-estar dos animais – Para os presidentes da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) e da Comissão Vaquejada Legal, Paulo César Farha, as associações são os principais interessados no bem-estar dos animais. “Nossas vaquejadas são super criteriosas e tomamos todo cuidado preciso para que os animais sejam bem cuidados. Precisamos que a prática volte a ser legal, principalmente porque essa decisão trouxe um efeito dominó que está causando um prejuízo enorme para os nordestinos”.

De acordo com o vice-presidente da comissão do Bem Estar Animal do Estado de Alagoas, Henrique Carvalho, a cultura da vaquejada evoluiu e o cuidado com os animais é a prioridade do esporte. “Em 117 anos, a vaquejada passou por várias mudanças, e evoluiu de acordo com a sociedade. Hoje, a vaquejada é praticada respeitando a integridade física dos animais. Foi desenvolvido um protetor de cauda, que é o único lugar onde o boi pode ser tocado. Este é o único passivo ambiental que a prática representava, evitando a fratura do animal. Criou-se também critérios como quantidade mínima de areia nas arenas, proibição de utilização de chicotes. O vaqueiro hoje passa por vários juízes do bem-estar animal e que analisam a prova”, explicou o advogado.

Participaram da reunião os líderes do PP, Aguinaldo Ribeiro; do PTB, Jovair Arantes; do PSD, Rogério Rosso; do PROS, Ronaldo Fonseca; do PRP, Nivaldo Albuquerque; o deputado Paulinho da Força (SD); e o vice-governador do Pará, Zequinha Marinho (PSC).

Fonte: FaxAju

Enium Soluções Digitais

Deixe seu comentário!

Para: DEPUTADO PEDE MAIS AGILIDADE NA PEC QUE TORNA A VAQUEJADA

Deixe uma resposta