Na lista: Maria Gilda é convocada para a seleção brasileira de parabadminton

- Alexandre Pingo - - 7 de outubro de 2016 | - 1:29 - - Home » Esporte - - Sem Comentários

Vem aí a quarta edição do Campeonato Pan-Americano de Parabadminton e a 1ª Colômbia Parabadminton Internacional 2016. Ambos torneios serão realizados de 29 de novembro a 4 de dezembro em Medelin, na Colômbia. E qual a relação de Sergipe com estes eventos? Tem sergipana convocada para disputar estas competições.

Maria Gilda dos Santos vai representar o estado na seleção brasileira da modalidade na categoria WH2. Com isso, ela terá passagens, uniforme e hospedagens pagos. Tudo isso é fruto do bom desempenho dela no parabadminton que, consequentemente, rendeu uma boa posição no ranking nacional. Ela e as outras três colegas ocupam atualmente a primeira colocação nas respectivas Classes, além de terem disputado no mínimo três competições entre 2015 e 2016 organizadas pela Confederação Brasileira de Badminton. O mesmo aconteceu para selecionar os nomes do masculino.

– Já tinha sido convocada duas vezes no ano passado, uma para um torneio na Inglaterra e outra em uma competição no Peru, onde conquistei duas medalhas de prata para o Brasil. Foi maravilhoso eu ter sido convocada novamente, estou extremamente feliz, pois esse chamado veio para coroar todo trabalho que é feito durante um ano. Sendo assim, a primeira parte da missão foi cumprida. A expectativa para esses campeonatos são as melhores possíveis porque eu já sonhava em participar desses eventos, vou competir no individual, nas duplas mistas e nas duplas só para mulheres – explicou Maria Gilda.

Além dos paratletas, a delegação brasileira será composta por um chefe, um técnico standing’s, um técnico wheelchair’s, um fisioterapeuta e um classificador funcional, este último caso seja necessário.

Maria Gilda (Foto: Reprodução/Facebook)

Com a bandeira de Sergipe na mão, Maria Gilda é líder no ranking nacional da classe WH2 (Foto: Reprodução/Facebook)

– A responsabilidade aumenta porque serão duas competições internacionais nas quais não vou levar apenas o nome do estado, mas do país, então eu acredito que terei condições suficientes de entrar lá e dar meu máximo para o Brasil e, consequentemente, trazer um bom resultado. Infelizmente o apoio ainda é muito fraco. Tudo o que uso hoje é cedido pela Universidade Federal de Sergipe. Preciso de dinheiro para o passaporte, entre outras coisas que vou fazer lá. Espero que as pessoas leiam essa matéria, se sensibilizem e também entrem em contato comigo para me ajudar, para que o paradesporto de Sergipe represente ainda melhor fora do país. Mesmo com todos os obstáculos, que eu sei que não é só eu que tenho, eu estou treinando forte para obter êxito nas quadras da Colômbia e tenho fé que vou conseguir – comentou a paratleta sergipana.

Fonte: GE Sergipe 

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